Começamos por despir o fato de corpo inteiro amarelo. Lá dentro os padrões misturam-se e o discurso transforma-se. As mãos formam poses e o corpo narra um conto de fadas – quanto mais próximo do conto estamos mais verdadeira se torna a perceção que temos de nós próprios. Rasgamos a história e filtramo-la com essa perceção – bordamos uma história invisível ao olhos do patriarcado. Procuramos um discurso teórico que suporte toda a experiência – perguntamo-nos: Quão importante são as margens de uma história estética ou de uma história do género? Em que abismo histórico ——- Que espaços —– com que intersecções —- como compomos um ativismo poético?