“O mundo imaginário atormenta-me. Quero moldá-lo em realidade, quero torná-lo visível.”
“Murphy, Beckett (UM TERÁ DE IR)” surge de uma perseguição contínua, de um fluxo de sons e imagens que se unem e se transformam num único objecto.
Margarida Correia parte de “Murphy” de Samuel Beckett e relê-o consecutivamente na busca de pequenos fragmentos que possam vir a influenciar o seu trabalho. Trata-se de rever ferozmente as palavras e imagens que possam surgir durante a leitura do romance e depois descartá-las e ficar com os restos.