Grande parte da criação performativa assenta na exploração de ambientes virtuais enquanto proposta ficcional. Os avanços tecnológicos das últimas décadas, em particular o advento da internet e o surgimento dos primeiros programas de navegação nos anos noventa, fizeram com que todos os domínios societais se recriassem, pelo que as artes performativas – e a cultura em geral – também têm evoluído dentro deste sistema em transformação. Neste contexto tecnocultural, as artes performativas são confrontadas com outras linguagens, estéticas, relações políticas e artistas.

Neste evento sem ‘cookies’ e ‘plugins’, propõe-se uma reflexão aberta e conjunta sobre o tópico, ‘navegando’ livremente por um conjunto de temas: reconfigurações de perceções, modos de ficção, composição de dramaturgias, interatividade, o(s) lugar(es) do(s) ecrã(s), a performance online, entre outros.

O convite está feito.