VELVET N’ GOLDMINE é uma composição coreográfica construída como um solo de uma guitarra, é a trilogia de um corpo andrógino em prol da construção de um universo cada vez mais próximo de um clímax social, uma espécie de pós-apocalipse. Propõe uma nova abordagem sobre a identidade do corpo andrógino. Corpo andrógino universal. Analisa a relação entre o masculino e o feminino, através da pré- ou da pós-disposição do corpo no espaço, reforçando uma visão utópica das qualidades naturais da sexualidade. Apreende a ideia hegemónica não tradicional de uma livre flutuação transgénica, retratando uma mix-up com diferentes momentos de compreensão em limite de igualdade, entre a masculinidade e a feminilidade de um só corpo.