Velã
Leonor Lopes, A. ves
Direção artística: Leonor Lopes
Interpretação e cocriação: A.ves, Leonor Lopes, Leonor Mendes
Apoio dramatúrgico: Nathalie Wiberg, Rui Lopes
Concepção da imagem /cartaz: Margarida Matos
Uma co-produção Y.E.P. – Young Emerging Performer entre a Rua das Gaivotas 6 e O Espaço do Tempo
Foto © Salvador de Almeida Fernandes, in 'Lisboa de Antigamente.' / Palácio Alarcão [c. 1952]
A. ves
A.ves cresceu pelo sopé da serra d ́aire e pela bacia hidrográfica do rio Almonda, Portugal. Aos 14 anos começou a estudar dança, criação e interpretação na Escola O Corpo Da Dança – Torres Novas (professora: Marta Tomé), participou em 2 escolas de Verão do festival materiais diversos, Minde com Miguel Pereira e Teresa Silva (2015) e com o Marcelo Evelin (2016). Participou na performance da Ana Borralho e João Galante “Gatilho da Felicidade” (2017 – Alcanena), na peça de Raimund Hoghe “Momentos of Young People” (2018 – Teatro Municipal do Porto_Rivoli) e na peça de Pedro Barreiro “O Mandarim – apóstrofe e paciência” (Contradança festival, Covilhã 2018). Estudou na Escola Superior de Dança em Lisboa (2017-2019) e na Academia de Teatro e Dança de Amsterdão no curso Expanded Contemporary Dance (2019-2020). O seu trabalho artístico mescla as disciplinas de dança contemporânea, performance art, poesia e ecologia.
Projectos
— Velã — (2020)
— Sonho que não se pode quebrar e não se pode quebrar e não se… — (2020)
Foto © Salvador de Almeida Fernandes, in 'Lisboa de Antigamente.' / Palácio Alarcão [c. 1952]
Leonor Lopes
Leonor Lopes nasceu em Santarém, 1999, e em 2006 inicia aulas de dança clássica e moderna. Em 2017 começa a frequentar a Escola Superior de Dança e no 3o ano, em mobilidade, estuda na Universidade de Stavanger, Noruega. Juntamente com António Liberato criou a peça “Vêm aí os desgraçados…”’ selecionada no Concurso Jovens Criadores para ser apresentada na Bienal da cplp em Luanda. Participou na reorganização e montagem, na ESD e na RE.AL, de “Para uma Timeline a Haver” de João dos Santos Martins, Ana Bigotte Vieira e Carlos Oliveira. Foi assistente de ensaios nas peças “Num Vale do Aqui” por Daniel Matos da CAMA a.c. e “MONUMENT 0.6: HETEROCHRONIE / Palermo 1599 – 1920” de Eszter Salamon. Ultimamente tem focado a sua pesquisa sobretudo na ideia de feminilidade, exagerando-a e desconstruindo-a, de forma a criar personagens absurdas e surreais.
Projectos
— Velã — (2020)