Há um espaço que ao mesmo tempo se afasta e se aproxima, que suga e se expande. E há uma massa – cheia de partes e sob grande pressão – parada nesse espaço. Parece que rebenta de tão densa, mas fica assim. E são duas náuseas: a da massa a berrar com o espaço e a deste, sem ela, a reverberar o vai e vem.