SWAN FAKE toma como referência inicial SWAN LAKE e THE DYING SWAN, retirando alguns estímulos dos bailados, bem como o dramatismo, a expressividade e a artificialidade. Uma performance-selfie onde procuro retratar os traços de um cisne branco e negro, construindo um retrato de mim mesmo. Ambíguo entre géneros, provocador e exaustivo.
SWAN FAKE
António Torres
Conceção, performance e figurino: António Torres
Apoio dramatúrgico: Sofia Freitas Abreu
Desenho de luz: Sara Garinhas
Som: Mestre André
Fotografia: Bruno Simão
Produção: António Torres
Residências: O Espaço do Tempo, Luzlinar a.c., Rivoli, Escola Superior de Dança (Materiais Diversos), Musibéria e Centro Cultural do Cartaxo (Materiais Diversos)
Antestreia: Centro Cultural do Cartaxo (Materiais Diversos)
Coprodução: O Espaço do Tempo
Apoio à criação: Materiais Diversos
Apoio: Luzlinar e org.i.a
Agradecimentos: Pia Kraemer, Cristina Correia, Catarina Morla, Tânia Guerreiro e Elisabete Paiva
António Torres
Nasceu em Esposende, em 1987. É licenciado na Escola Superior de Dança (2014), e em Artes Performativas na ESTAL (2009). Integrou FALL, de Victor Hugo Pontes (2014), interpretou CLOUDS AFTER CRANACH, de Esther Balfe (Cia. William Forsythe) e BLUR, com Clarissa Omiecienski (em 2014). Intepretou This is not a love story, de Maurícia Neves (CCB, 2015) e Eternuridade, de Amélia Bentes (2015).
Projectos
— SWAN FAKE — (2018)