Existe um corpo que está em risco. sem título é um território para construção de um solo, onde a coreografia é gerada pelo trânsito de referências e memórias de um corpo negro. esse território é dividido por lotes, que procura no espaço entre o próprio corpo e o chão, ou na ficção de uma imagem, tensionar a questão da presença desse corpo coexistir nesse mesmo espaço. existe um corpo que está em risco. e ele não tolera qualquer tentativa de controlar o que ele produz.