SAPO
André de Campos
Sapo: Designação dada aos anfíbios anuros, em especial da família dos bufonídeos, de pele rugosa e seca, que se reproduzem em meio aquático e têm na fase adulta hábitos terrestres.
Engolir sapos: Suportar uma contrariedade sem reagir ou sem demonstrar desagrado.
“E este medo, esta ameaça de morte, não me abandona mesmo quando não penso nela.”
Conceito: André de Campos
Figurinos, cenografia e aconselhamento artístico: Silvana Ivaldi
Ambiente sonoro, sonoplastia e aconselhamento sonoro: Diogo Melo
Texto: Bruno Alexandre
Voz: Silvana Ivaldi
Apoio à criação: Fundação Calouste Gulbenkian
Apoio à residência: Cooperativa “A Sacavenense”, Electronic Warfare, Companhia Olga Roriz, Espaço do Tempo.
Agradecimentos: Patuá, Sacavém, Insubmissão, IMK, Rebecca Mateus, Rodrigo Duran
Produção: O Ahorta Produção Cultural
André de Campos
Licenciando em História de Arte e Dança. Performer na Companhia Olga Roriz desde 2015. Colaborou com João Galante e Ana Borralho, Miguel Moreira, Bruno Alexandre, André Uerba, André E. Teodósio, Sylvia Rijmer, Diana de Sousa, André Mesquita Teatro do MAR, WB Motion, Filipe Baptista, Bon Bon, entre outros. Desenhador de Luz em peças de Beatriz Dias, Filipe Baptista, Helena Baronet, Diogo Melo, Violeta Luz e Gaya de Medeiros. Criador de UNDERDOG, MACHINE GOD e TIME LAPSE QUARANTINE.
Projectos
— SAPO — (2022)