Rizo -… — -.-. .-
Helena Baronet
Nasce para expressar o indizível através de uma paisagem sonora e visual construída num ciclo e em circulo boca a boca com o rizo do mundo. Vive do som pré-verbal aliado ao analógico e digital. Mas, pela boca morre o peixe.\
Rizo -… — -.-. .-
Betece
Bequotuco
Bicucurima
Bô
Boca a boca – Posso?
-… — -.-. .- / .- / -… — -.-. .-
Pela boca morre o peixe
Let’s play a game
“das cadeiras”/// “do silêncio”///
“da forca”/// “onde está o erro?”///
“um dó li tá/// “PIM PAM PUM CADA BALA MATA UM”///
— .–.- .
Esta voz latente
Trilha um caminho sem rumo
E
Mí
nesta palavra calada
o que sangro olhos vêem não
o que choro que coração sente
o que rizo não que
grrrrrrrrrrr
bicruta
scupa
scupa
scupa
merda
um muro
um murro
mundo
Disrupção
Criação e interpretação: Helena Baronet
Música e sonoplastia ao vivo: Helena Baronet e João Bargão
Desenho de luz: André de Campos
Apoios e coprodução: Rua das Gaivotas 6 / Teatro Praga e O Espaço do Tempo (no âmbito do projecto YEP – Young Emerging Performers)
Agradecimentos:Bárbara Cordeiro, Telma João Santos, Sara Ribeiro, Mélanie Ferreira, Equipa O Espaço do Tempo, Equipa Rua das Gaivotas 6, Mummy trelele.
Foto © Salvador de Almeida Fernandes, in 'Lisboa de Antigamente.' / Palácio Alarcão [c. 1952]
Helena Baronet
n.1996, Castelo Branco. Desdobra-se nas artes performativas entre a performance, o teatro, o canto e a produção executiva. Licenciada em Teatro pela Universidade de Évora, acredita na relação entre corpos e lugares de liberdade que promovam a natureza dos múltiplos modos de ser, multidisciplinares, cheios de vida.
Projectos
— Rizo -… — -.-. .- — (2021)