Voltamos à linguagem das famílias disfuncionais, a anti-comunidade.
Um meio ambiente dominado pelo excesso de singularidade, com real necessidade de se fazer compreender, de ser ouvido.
Apenas uma gestão das coordenadas espaço-temporais, deixar o tempo passar, não desistir, ser afirmativo, categórico, jogar com variações, subidas e descidas, pausas e finais.
Um sábado. Num sábado. Um pai, uma mãe, tias, filho e filha, cunhados, amigos, criados. Sala de jantar. Início da noite.
Tréguas na lógica do quotidiano.
Algum tempo para a troca de impressões.
Na rádio, “Dia da Criação”, de Vinicius de Moraes.