Como despir aquilo que não é essencial á nossa sobrevivência individual numa tentativa de nos defrontarmos mais directa e eficazmente com tudo aquilo que carregamos dentro de nós? Com as nossas memórias, marcas e batalhas. O quão necessário se torna termos um espaço sagrado de existência? O que é que o encontro com aquilo que é verdadeiramente bruto e primário potencia nesse processo? O que é que o encontro de um modo de estar mais cru, mais ancestral, desperta? Que combustível interno é que obtemos daí? Que força interna é gerada?
Que instintos despertamos?
Vislumbramos aqui um corpo à deriva num ciclo de criação e destruição. Um corpo que caminha entre pequenos despertares e pequenas mortes.