Com os caixotes arrumados na mala, bebidas e maços de tabaco nos bancos de trás, paragens marcadas um pouco por todo o lado, o UM AO MOLHE está pronto para arrancar. Pelo caminho vai dar boleia a vários artistas solitários e a todos os que queiram embarcar nesta digressão.

O que acontece quando se consegue juntar um (ou 2) carro(s) e alguns dos mais originais músicos nacionais com projectos a solo?
E o que muda quando se continua a fazê-lo durante 6 anos?
Quantos são 6 anos em anos de Cubo?

Na verdade muito mudou mas muito continua igual. O UM AO MOLHE volta deixar tudo para trás e a fazer-se à estrada e O Cubo (mascote do festival) leva à boleia alguns dos mais originais músicos solitários no Sapo e na Kátia (as acarinhadas viaturas oficiais). O objectivo principal é, como sempre foi, promover uma amostra do que de melhor se tem feito ao nível de bandas de um só em Portugal e criar um circuito para o crescente número de músicos emergentes.

Mas 6 anos de Cubo são muitos anos e O Cubo está hoje mais maduro e precisa de sentir um propósito maior.
O Cubo hoje quer fazer menos mas melhor.
O Cubo quer estar rodeado de amigos.
O Cubo quer ser um festival com princípios.

Muito perto de chegar a 1000 concertos organizados, o UM AO MOLHE tornou-se num festival com um manifesto ideológico que descentraliza, trabalha em rede (para torna-la mais forte), cria encontros nos meses mais frios e trabalha horizontalmente com projectos e formas de arte musicais emergentes.

Alinhamento:

27 fevereiro : lorr no + carincur

28 fevereiro : raphael soares + o manipulador