ENTREVISTAS é uma ficção da biografia de Tiago Cadete mixada com as biografias de imigrantes de diferentes gerações no Brasil. Através de entrevistas áudio feitas a um grupo de portugueses residentes no brasil, foi criado um arquivo sonoro e posteriormente editado para criar este acervo de histórias da imigração de portugueses no Brasil. Como chegaram e de que forma? Que memórias têm do seu país? Se querem regressar? Neste trabalho de escuta as respostas são perspectivas sobre o Brasil e Portugal do ponto de vista do estrangeiro, aquele que está sempre entre-vistas.
ENTREVISTAS
Tiago Cadete
Tiago Cadete
Desenvolve objetos artísticos que lidam com os conceitos de História, Memória, Identidade e Migração. Doutor em artes PPGAV-UFRJ, onde é mestre pela mesma instituição. É licenciado em Teatro pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Foi bolseiro da GDA- Gestão dos Direitos dos Artistas na Pós Graduação em Sistema Laban/Bartenieff- Faculdade de dança Angel Vianna/ Laban. Tem o curso Aprofundamento_Criação Artística Escola de Artes Visuais Parque Lage. Realizou ainda workshops e masterclass com Romeo Castellucci; João Fiadeiro; João Mota; Alfredo Martins; Gustavo Ciríaco, Fernanda Eugénio, entre outros. Prepara actualmente SOUVENIR (2026) Criou: PASSEIO (2025); MANJAR (2023); CONCERTO (2023); BRASA (2021); ATLÂNTICO (2020); FIUME (2020); CICERONE (2020); ENTREVISTAS (2018); ALLA PRIMA (2016); GOLDEN (2014); HIGHLIGHT (2011). Co-criou: CORTEJO (2022) com Solange Freitas ; APAGÃO (2017) e CRITIQUE (2020) com David Marques; FESTIM (2012) com Solange Freitas e Catarina Vieira. Entre 2011 e 2013 colaborou com Raquel André tendo criado: TURBO_LENTO (2013); LAST (2012) e NO DIGITAL (2011). Colaborou com o Serviço Educativo da Culturgest, destacando as criações GULLIVER (2019) OUTROS MODOS DE VER (2019), PANGEIA (2017), A HISTÓRIA QUE NÃO QUERIA SER LIVRO (2013) e A CAIXA MÁGICA (2011). Colaborou com o Serviço Educativo do Convento de São Francisco – Coimbra, destacando as criações CENSURA (2024) e MONUMENTO (2025) Criou todas as cenografias das suas criações e paralelamente a cenografia e luz:
TEBAS LAND (2025) de Rubén Sabbadini; JE NE REGRETTE RIEN (2025) de Teresa Coutinho; EM NOME DO AMOR (2025) de Dai Ida; LABIRINTO (2025) de David Marques; PARTES SENSÍVEIS (2025) de David Marques e Nuno Pinheiro; CORRE BEBE (2025) de Ary Zara e Gaya de Medeiros. ENTRE OUTRAS COISAS, A PEREIRA E O REAL (2025) de Miguel Pereira e Silvia Real; BREVES NOTAS SOBRE A DIGESTÃO (2024) de Dai Ida; CAFEZINHO (2023-2025); PAI PARA JANTAR (2023) e BAqUE (2022) de Gaya de Medeiros; TEORIAS DA INSPIRAÇÃO (2022) e DANÇA SEM VERGONHA (2019) de David Marques; CICLONE (2022) Leonor Cabral.
E a luz de MISTÉRIO DA CULTURA (2019) de David Marques; SWEETSKIN (2012) de Rafael Alvarez; AT ONCE, de Deborah Hay, (2012) adaptação de Mariana Tengner Barros. Co-cenografias: GENTILENZA DE UM GIGANTE (2016) de Gustavo Ciríaco com Dina Salem Levy; EX MACHINA (2014) de Solange Freitas e Catarina Vieira com Tiago Pinhal Costa. Investigador no Centro de Estudos de Teatro da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Professor Adjunto Convidado – Mestrado e Licenciatura-Escola Superior de Dança (2022/2024). Foi mediador do Projecto Geração Futurama (2022) e formador no Práticas expandidas CAMPUS-PCS (2025). Orientou diversos workshops em vários países europeus, sul-americanos, asiáticos.
Director artístico da estrutura Co-pacabana desde 2018. Artista associado à EIRA entre 2010-2017.
Projectos
— Alla prima — (2016)
— ENTREVISTAS — (2018)