Em Queda Livre é uma conversa com o público sobre maternidade. Ou um jogo, um parque de diversões onde se jogam memórias.

Em palco, a performer salta de uma personagem para outra numa espécie de tríptico – a mãe que sorri; a mãe que pragueja; a criança.

A mãe que sorri está em controlo. Estará? A outra não sabe para onde se virar. Estas duas mães são uma só, dois lados da mesma mulher.

E onde está a criança enquanto a mãe colapsa? Perceberá ela a desintegração da mãe? Talvez brinque distraída imaginando famílias perfeitas, ou talvez famílias tão disfuncionais como a dela.
Definitivamente a criança brinca.