1 – Preparar o corpo para o medo e para o perigo
2 – Escolher as ferramentas certas
3 – Ser discrete
4 – Estudar os espaços
5 – Calcular horários
6 – Arranjar o melhor disfarce
7 – Garantir rotas de fuga
8 – Decifrar sinais suspeitos
9 – Reagir e improvisar
10 – Não ser interceptade
Poderia ser a receita para um Assalto.
É, porém, a rotina de quem protege constantemente a sua existência.
Através deste paralelismo, o espetáculo expõe a brutalidade de planear como um agressor
para não ser agredide.
Criação, dramaturgia e interpretação: Matilde Cancelliere (ela/dela)
Apoio à criação e dramaturgia: Ana C. Fonseca (elu/delu)
Cenografia e figurinos: Rúben Ponto (ele/dele)
Design e operação de som: Francisco Monteiro (ele/dele)
Design e operação de luz: Matilde Pereira (ela/dela)
Produção: Sofia Palmeiro (ela/dela)
O projeto, para já, não consegue assegurar questões de acessibilidade.
Apoios: Casa da Pertença em parceria com o CLDS united by
Agradecimentos: Jack das Malditas; Natália Fernandes Fávero; Francesco Cancelliere; Maria João Patronilho; Maria João Vicente; Diogo Bento; Jorge Palinhos; Jean Paul Bucchieri; Pedro Madeira Lopes; João Teixeira; João Costa