Monólogo de Adramalech é um dos textos mais antigos
de Novarina, um texto nuclear da sua obra e amplamente encenado, em vários países. A obra de Novarina, importa dizer, nunca é um solilóquio, e sob o título de monólogo esconde-se uma falsa premissa: trata-se de um actor em palco mas um actor que é um prisma – um corpo habitado – por vozes e línguas, não por nervos e sangue, como relembra o autor.
Um corpo múltiplo, um corpo sem face, um corpo que se desmembra.
Autor: Valère Novarina
Encenação, interpretação, luz e figurinos: Renata Portas
Tradução: Isabel Morujão
Apoio à dramaturgia: Caio Gabriel
Cenografia: Dalila Lago com desenhos de Tio Caio
Apoio ao movimento: Isabel Ariel
Baterista em cena: António Pereira
Comunicação: lina & nando
Fotografia de cena: Alípio Padilha
Produção executiva: Público Reservado
Apoios e residências artísticas: Casa Varela (Pombal) Trust Collective, Luz e Vida- Associação Recreativa
A Público Reservado é uma estrutura financiada pela Dgartes.