A PALAVRA SOPRADA é uma leitura-performance para ser especialmente ouvida. Ao eleger como ponto de partida a linguagem, o artista propõe ponderações sobre algumas variáveis da convivialidade humana e aborda o gesto da fala e da escrita como tecnologias, instrumentos primordiais na construção/negociação entre modos e mundos — numa força contrária à barbárie.