Dois corpos procuram formas de diálogo, utilizando dispositivos para tensionar essa relação. Como estar juntos diante de nossos corpos tão distintos? Na afirmação da diferença, encontramos a potência do desequilíbrio, da não simetria e do encontro de desiguais para produzir uma performance e ir ao encontro de quem se situa como “público” de nosso ato.