Desenhar uma genealogia autoral de uma relação amorosa através de um caso particular e específico, o nosso. 

Ímpar não é uma ode à nossa relação amorosa, nem um balanço dessa relação, nem uma forma criativa de festejar um aniversário de namoro ou um pedido de casamento extravagante. 

Interessa questionar/acusar/observar/analisar/especular e sobretudo  reorganizar a construção da própria ideia de par. Uma ideia  que nos é anterior e que é o dogma com o qual dialogamos – ora em espelho, ora combatendo – para encontrar uma terceira via.

Espetáculo apresentado no âmbito do Young Emerging Performers, resultado da parceria entre a Rua das Gaivotas 6 e o Espaço do Tempo.