Ímpar
Mafalda Banquart, Tiago Jácome
Desenhar uma genealogia autoral de uma relação amorosa através de um caso particular e específico, o nosso.
Ímpar não é uma ode à nossa relação amorosa, nem um balanço dessa relação, nem uma forma criativa de festejar um aniversário de namoro ou um pedido de casamento extravagante.
Interessa questionar/acusar/observar/analisar/especular e sobretudo reorganizar a construção da própria ideia de par. Uma ideia que nos é anterior e que é o dogma com o qual dialogamos – ora em espelho, ora combatendo – para encontrar uma terceira via.
Espetáculo apresentado no âmbito do Young Emerging Performers, resultado da parceria entre a Rua das Gaivotas 6 e o Espaço do Tempo.
Criação: Mafalda Banquart e Tiago Jácome
Apoio à criação: Emanuel Santos, Joana Mont’alverne e Tiago Araújo
Produção: Emanuel Santos
Agradecimentos: Cão Solteiro, Cátia Pinheiro, ColectivoRetorno, Francisca Branco, José Maria Vieira Mendes, José Nunes, Mariana Sá Nogueira, Paula Sá Nogueira, Visões Úteis.
Mafalda Banquart
Nasceu no Porto, em 1992. Formou-se em Teatro na vertente de interpretação na Academia Contemporânea do Espetáculo (2013) e frequenta a licenciatura em FLUP. Do trabalho como atriz destaca “O Nome da Rosa”, enc. De Pedro Zegre Penim; “O Despertar da Primavera”, de Teatro Praga e “Velocidade de Escape” de Visões Úteis. Fez assistência à criação de “Geocide” de Cátia Pinheiro e José Nunes e colabora frequentemente com Serviço Educativo do Teatro do Bolhão. Do seu trabalho em cinema destaca “Post-Mortem”, de Belmiro Ribeiro e “A Floresta das Almas Perdidas” de José Pedro Lopes. Em Televisão destaca a participação especial em duas novelas portuguesas – “Santa Bárbara “ e “Coração d’Ouro”e na série “Verão M” .
Projectos
— Ímpar — (2019)
Foto © Salvador de Almeida Fernandes, in 'Lisboa de Antigamente.' / Palácio Alarcão [c. 1952]
Tiago Jácome
Nasceu em Viana do Castelo no dia 23 de Junho de 1993 e em 2013 concluiu o curso de Interpretação na Academia Contemporânea do Espectáculo, no Porto. Em complemento à formação fez workshops com Guilhermo Heras, João Mota, Alexandra Moreira da Silva, Olga Roriz, Antonio Simón, Pedro Z. Penim, Victor Hugo Pontes e José Maria VieiraMendes.Trabalhou como ator com o Carlos J. Pessoa, Zeferino Mota, António Júlio, Joana Providência, Guillermo Heras, Fernando Gomes, Pedro Fiúza, Gonçalo Amorim, José Nunes, Cátia Pinheiro, Pedro Zegre Penim e André Godinho. Em 2017 faz assistência à criação e trabalha como ator em “Geocide” de Estrutura (Cátia Pinheiro & José Nunes) e em “The End” de Estrutura e André Godinho. Do trabalho em cinema destaca a longa metragem ” A Floresta das Almas Perdidas” de José Pedro Lopes (2017); a curtametragem “Hospedaria” de Pedro Neves (2014); e o mockumentary “Linha do Tua” (2015) de Nuno Beira sobre a história da linha ferroviária do Tua. Tem vindo a colaborar de forma regular com o Serviço Educativo do Teatro do Bolhão, desenvolvendo espetáculos a partir de obras do PNL (Plano Nacional de Leituras) Como criador fez a performance “RANDOMSOUNDS” (2015) com Mafalda Banquart para a UIVO – Mostra de Ilustração, e fez composição e direção musical dos espetáculos “If…” de Gonçalo Amorim; “Baal”, “Escombros” e “Chuva” de António Júlio.
Projectos
— Nina, Nina — (2019)
— Ímpar — (2019)
— Luta Livre — (2026)