Solo de Mónica Calle que aborda questões como a identidade feminina, a sexualidade, a idade e o corpo no enquadramento histórico actual, quer dum ponto de vista social quer político, e que pretende ir ao encontro da chamada terceira vaga do feminismo (Rebecca Walker, Susan Faludi). A intenção é desenvolver um trabalho de investigação sobre o texto, a imagem e o corpo, partindo da trilogia “Rosa Crucificação” de Henry Miller e de uma reflexão sobre o espaço e o lugar da imagem. Nesta primeira fase apresentam-se espectáculos para 1 espectador, em sessões contínuas.
Rosa Crucificação
Mónica Calle
Criação e interpretação: Mónica Calle
Fotografia e vídeo: Laycos
Assistência à produção: Inês Vaz
Mónica Calle
É encenadora, cenógrafa, atriz, diretora do teatro Casa Conveniente. Estudou na Escola Superior de Teatro e Cinema. Em 1992, com “A Virgem Doida”, dá início ao projeto Casa Conveniente. Desde 2007 desenvolve um trabalho de formação/espetáculo em que mistura atores e não-atores. Em 2009 lança um projeto de formação de atores em meio prisional. Em 2013, “Os Meus Sentimentos”, eleito entre os dez melhores espetáculos do ano pelo semanário Expresso, e menção especial do prémio da crítica. Em 2013 o projeto migra para a Zona J de Chelas e cria um novo espaço – a Casa Conveniente / Zona Não Vigiada e regressa à ideia fundadora: trabalhar a partir da margem.
Projectos
— Rosa Crucificação — (2018)